Deixa eu aproveitar as definições da Inteligência Artificial, para conceituar um estadista. Ele é um líder político que se destaca por sua visão de longo prazo, sabedoria e capacidade de governar visando o bem-estar coletivo. Diferente do político comum que foca em interesses partidários ou nas próximas eleições, o estadista prioriza o desenvolvimento do país e as futuras gerações. Em diferentes partes do globo terrestre, temos estadistas como Nelson Mandela na África, Abraham Lincoln na América do Norte, Mahatma Gandhi na Ásia e Getúlio Vargas na América Latina.
Nós, infelizmente, nas Américas, só convivemos com um estadista na nossa infância. E sabemos deles pelos livros escolares, onde são citados como exemplos a seguir. São seguidos? Por políticos? Basta o leitor ver a definição da IA para ver como isso é difícil. Aqui, com nossas leis, de propósito brandas para os criminosos ricos, ou bem situados junto ao STF, hoje um Tribunal mal visto pela população, é impossível pensar que possamos gerar um estadista, capaz de nos conduzir para fora do atoleiro e da lama.
Lula acabou com a taxação das blusinhas, comércio desonesto que a China faz com o Brasil. Os chineses vendem mais barato porque os direitos de seus trabalhadores têm menos custo que os brasileiros. O Mercado Comum Europeu, controlado, lá sim, por patriotas, é duro com a China que, para incentivar seu comércio exterior, não cobra impostos sobre produtos exportados e devolve parte de tributos internos para as fábricas locais. Para combatê-los, os europeus exigem mais do que aqui: obrigatoriedade de que os produtos manufaturados tenham um percentual mínimo de peças e materiais fabricados dentro da Europa. Não vendem lá? Lulam aqui.
Promotor de Justiça aposentado
ivar4hartmann@gmail.com


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