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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Você conhece?

Heraldo Palmeira

Domingo especial em dezembro de 1971. O Brasil ganhara a Copa do México ano e meio antes, com aquele show de futebol de uma das melhores seleções de todos os tempos. O clima daquela campanha memorável ainda dominava o país. Pelé, na plenitude do seu reinado, jogaria ali pela primeira vez, num amistoso contra um clube local.

A cidade estava em festa depois de dias de preparativos. Como o estádio era pequeno, colocaram “cadeiras especiais” atrás do gol – ingressos mais caros, disputados a tapa, mesmo com o risco de levar uma bolada na cara ou cair no bolo de jogadores nalguma trombada na região da linha de fundo.

O pai zeloso adorava aquele filho, que se vestiu a caráter com o uniforme do time local, em vermelho e branco, bandeirola com escudo à mão. Sentariam naquele lugar VIP no gramado, veriam o jogo quase jogando.

Mal haviam terminado o almoço e já estavam de saída, apesar de o jogo da bola estar marcado para o finalzinho da tarde. Uma multidão rumaria para o estádio e era prudente chegar cedo, garantir lugar mesmo com ingresso caro à mão. Sabe-se lá!

O menino, impaciente, já estava na calçada. O tio querido chegou de repente e cochichou alguma coisa em seu ouvido, sem que o pai percebesse, ocupado que estava em manobrar o carro para fora da garagem.

O pequeno torcedor era já leitor – gibis Disney, revistas Recreio, Placar e Realidade – e achou aquela conversa estranha, pois jamais vira qualquer referência ao que ouvira ali. Confiava demais no próprio tio, mas quis ter certeza:
– Tio, o senhor tem certeza?
– Claro. Pode perguntar a ele – respondeu o homem, convicto.

O carro partiu com o rádio ligado numa emissora que transmitiria o jogo, locutores, comentaristas e repórteres já em completo alvoroço. E o menino seguiu mais calado do que de costume, repassando na memória duas lendárias matérias de capa da Realidade, que o pai colecionava e ele havia lido com grande interesse – porque adorava Pelé.

A da edição número 1, cuja capa foi produzida na Argentina aproveitando uma visita do Santos para uma série de apresentações. Cenário montado, o repórter da Realidade Sérgio de Souza vira-se para Pelé e avisa:
– Vai começar, crioulo, abra o sorriso!

Diante daquele sorriso perfeito, espetacular – tempos sem politicamente correto nesse molde exagerado atual –, o fotógrafo portenho bateu as primeiras trinta e seis das noventa e duas poses do ensaio sem ter colocado o filme na câmera, de tão emocionado por estar cara a cara com o mais fotografado dos brasileiros.

O Negão que imortalizou a camisa 10 de todos nós aparecia com um busby na cabeça, um daqueles chapéus peludos usados pelos guardas da rainha Elizabeth. A matéria traduzia nossa esperança de ganhar o tri na Copa da Inglaterra. Lançada em abril de 1966, a revista esgotou em três dias e a capa foi reproduzida semanas depois em página inteira da renomada Paris Match.

Nosso time era ruim, houve muita politicagem na convocação, Pelé foi caçado em campo por búlgaros e portugueses, e nós sumimos no jogo sem ele e com um Garrincha em indisfarçável decadência. Chegamos lá como favoritos e voltamos para casa mais cedo trazendo um fiasco completo na bagagem!

A da edição 58 trazia uma previsão de como seria Pelé aos 50 anos, grisalho, de bigode e com uma bola de futebol em cada mão. Na direita a famosa Carijó da Copa de 1970 – a primeira bola a ganhar um nome de batismo para uma copa e denominada oficialmente Telstar, para homenagear o satélite que permitiu a transmissão dos jogos do México para a Europa. Na esquerda uma pelota anônima recoberta de cédulas prevendo sua fortuna.

Pai e filho chegaram antes da uma da tarde às cercanias do pequeno estádio já animado pelo fluxo de torcedores, verão inclemente, o sol a pino. Enfrentaram a fila que saracoteava ligeira diante dos portões e em poucos minutos estavam acomodados atrás do gol, naquelas velhas cadeiras de ferro e flandre usadas nos bares (com logomarcas de cervejas no espaldar), traseiros pegando fogo pela quentura do sol acumulada no metal. Sem contar a visão tracejada pelo emaranhado da rede branca, alvíssima, que veriam balançar mais tarde. Desconfortos ínfimos ante a possibilidade de reverenciar o maior jogador de futebol de todos os tempos, o rei Pelé.

Mais uma hora e pouco e a delegação do Santos chegou. Alvoroço no estádio já quase cheio, pois os jogadores desceram do ônibus, entraram pelo portão de serviço na rua dos fundos e cruzaram todo o campo. Passaram ao lado de pai e filho, o menino mesmerizado com a imagem do rei caminhando a poucos passos dele.

O pai, que frequentava o mundo do futebol local, conseguiu acesso ao ambiente dos vestiários. Diante do titã negro, o menino não perdeu tempo:
– Pelé, você conhece tio Tota?

O Negão, famoso pela forma carinhosa com que tratava qualquer fã, ainda mais as crianças, olhou aflito para o pai também aflito e, em resmungos disfarçados, perguntou baixinho a quem estava ao redor se aquele tal de Tota era algum jogador local.

Diante do aperreio e da negativa do pai do menino por meneio de cabeça, e do silêncio sepulcral que se instalou, o rei, desarmado por aquele zagueiro imaginário invencível, ficou na marca do pênalti, parado naquela sua paradinha famosa. E como a resposta não saía, o menino, irritadíssimo, deu as costas e não deixou barato, foi saindo aos resmungos:
– Ah, você nem lembra de tio Tota!

Ali, o rei Pelé, acostumado a receber afago de reis, rainhas e maracatus de toda espécie, perdeu cetro e coroa no reino do futebol daquele menino decepcionado com seu ídolo. Ora, afinal era o velho e bom tio Tota! Como é que aquele sujeito não lembrou dele?

Até o meteórico Deodato Dantas, velho e folclórico fotógrafo sempre vestido em conjuntos cinzas ou azuis de mescla Renaux, que apesar da idade dava piques descomunais para não perder nenhum flagrante e agitava a torcida com suas correrias, sequer conseguiu apontar a câmera! O menino já estava longe e não quis saber de autógrafo ou foto de recordação.

O jogo encantou a torcida que lotou completamente o estádio. O time local abriu o placar a dez minutos do fim do primeiro tempo. Amorim estufou a rede na cara do menino e do seu pai, ambos emburrados com a cena do vestiário – cada qual com seu motivo. Mas festejaram. Nove minutos depois, o espetacular Edu balançou a rede do outro lado do campo e empatou o jogo. O menino desviou o olhar para a lateral quando Pelé passou a caminho do vestiário. E repetiu o gesto de desprezo quando as equipes retornaram para o segundo tempo.

Por azar, em razão da tradicional troca de campo que a regra determina, teve de conviver um segundo tempo inteiro com o Negão sempre rondando o gol diante do seu nariz. Foi difícil evitar cruzar o olhar. Foi difícil não se encantar com aquele jeito único de jogar bola. Foi difícil conviver com o perigo iminente de gol naqueles quarenta e cinco minutos finais, como se aquela trave estivesse sub judice, à mercê de uma sentença do rei.

E ela veio, depois que o juiz deu um minuto de acréscimo, o suficiente para o Negão balançar a rede do time do menino e do pai, a bola tirando fino nas ventas dos dois depois de vencer o goleiro. O Santos venceu o jogo, 2x1. Resultado suficiente para aumentar o mau humor dos dois. A bandeirola com escudo do time local ficou esquecida no gramado, debaixo das cadeiras especiais de ferro e flandre. Quem lembra se havia alguma logomarca de cerveja no espaldar?

Em casa, o pai quis saber do menino que diabo de história era aquela. O moleque contou em detalhes.
– Tá indo pra onde, meu filho?
– Ver o jogo do América com o Santos. Pelé vai jogar!
– Se você encontrar o Negão, diga que mandei um abraço pra ele.
– E você conhece Pelé, tio Tota?
– Claro! Fui eu que ensinei ele a jogar bola. No colégio. Ele nem levava muito jeito, mas insisti e ele terminou aprendendo. E parece que gostou, né?
– Onde foi isso?
– Em Caicó. A gente chamava ele de Charuto. Mas não chame de Charuto, pois ele não gosta, não.

Pelé experimentou, provavelmente pela primeira e única vez, o desinteresse de um menino que conseguiu a proeza de estar ao seu lado num ambiente genuíno do futebol. O pai e Deodato já foram embora daqui. O filho é homem de meia-idade, especialista em fazer amigos e scotch. Pelé nem deve lembrar da “ingratidão” com quem lhe ensinou o ofício tão bem. E tio Tota segue tirando onda com a cara alheia. É da sua natureza.

Dedicado a:
Zé Marinho Lopes, o pai.
Jenner Marinho, o filho.
Antônio Lopes, tio Tota.
Deodato Dantas, o veloz.
Pelé, o deus da bola.

Vaqueiro descobre que não é vaqueiro

Foto: Marcelo Camacho e Jorge Macedo
O vaqueiro chega ao bar, dirige-se ao balcão, pede uma, olha a galera, analisa a freguesia, vê uma cabôca arrumada, dirige-se a ela e pergunta:
- Moça, posso sentar ao seu lado?
- Claro, pode!
E o cara puxa assunto:
- Moça, o que você faz?
- Sou lésbica!
- Lésbica? O que é isso?
- Lésbica acorda pensando em mulher, passa o dia pensando em mulher, almoça pensando em mulher, janta pensando em mulher, dorme pensando em mulher e sonha com mulher. E você, o que faz como vaqueiro?
E ele, ainda surpreso com aquela descrição, diz:
- Eu pensei que fosse vaqueiro! Mas, depois do que você falou... eu sou lésbica também!

Promessa não cumprida

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Pergunta e resposta fela da puta

- O QUE É SEXO?

-SEXO É IGUAL MATEMÁTICA,
SUBTRAI A ROUPA,ADICIONA
A CAMISINHA,DIVIDE AS PERNAS
E REZA PRA NÃO MULTIPLICAR
A FAMÍLIA.


Míope

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O sexo é sagrado

Cláudia Marczak

O sexo é sagrado, 
como salgadas são as gotas de suor
que brotam dos meus poros
e encharcam nossas peles.
A noite é meu templo
onde me torno uma deusa enlouquecida
sentindo teus pelos sobre a minha pele.
Neste instante já não sou nada,
somente corpo,
boca,
pele,
pêlos,
línguas,
bocas.
E a vida brota da semente,
dos poucos segundos de êxtase.
Tuas mãos como um brinquedo
passeiam pelo meu corpo.
Não revelam segredos
desvendam apenas o pudor do mundo,
descobrem a febre dos animais.
Então nos tornamos um
ao mesmo tempo em que
a escuridão explode em festa.
A noite amanhece sem versos,
com a música do seu hálito ofegante.
O sol brota de dentro de mim.
Breves segundos.
Por alguns instantes dispo-me do sofrimento.
Eu fui feliz.

Pequeno erro



Seria melhor



domingo, 29 de abril de 2018

Prosas do Seridó

Seridó das tradições populares e da Festa de Sant'Ana
Janduhi Medeiros

Seridó 
Melhor do que o mar
Melhor que as praias distantes
Melhor do que as estiagens permanentes 
O Seridó só perde para as poesias escritas nas pedras rupestres
O Seridó é mais aprazível que as parábolas dos hebreus
As feiras estão esquecendo seus cordéis
As cantorias dos alpendres estão dormindo 
As cercas de pedras sumindo 
A desertificação está invadindo o juremal 
A violência assassina o encanto 
Mas
O Seridó continua grande
Ouro Branco onde Orilo Dantas fazia versos para defender as oiticicas
Aos sábados
Declamava nas feiras de Caicó 
Durante a feira 
Repentistas
Emboladores 
O homem da cobra 
Vendendo pomada que curava as dores
E os embriagados 
Cantavam Waldick Soriano
A Serra da Rajada é mais sagrada do que o Monte de Sião 
As cordilheiras andinas têm confinamento de frio
Mulungu 
Samanau
O sertão 
A luz do sol
Íris era a moça mais bonita das ribeiras
Torrão trabalhava com o pai dela
Torrão espreitava Iris todos os dias
A garotada jogava bola nas areia do rio
Depois
Fazia cacimbas
Na própria areia
Para afugentar a sede
Na Rádio Rural 
Elino Julião cantava:
“Eu não quero pagamento 
Nascimento...”
Mas o Seridó é grande
E o rei era Luiz Gonzaga 
Elino não reclamava 
Caboré sempre dizia 
Que as calçadas do Seridó 
Eram melhores do que as de Paris 
O carnaval com Ala Ursa
O papangu corria atrás das crianças 
Pra pegar
De mentirinha 
As ruas lotadas de foliões
Me preocupava as invasões das alegrias descartáveis
Nos sons eletrônicos 
As chuvas anunciavam a chegada do inverno 
Todos recebiam o inverno com lágrimas de contentamento 
Quando o Itans sangrava o Barra Nova corria na direção de Jucurutu 
Os agricultores 
Plantando algodão mocó 
Espalhando semente pela terra prometida 
Todo ano
Judas era enfocado em plena praça 
As fogueiras assando milho
Nas noites de São João 
O Trio Nordestino
Fazendo forró de raiz
Forró com cheiro de povo
Festa de Santana...
O Parque Lima era o melhor carrossel da infância do mundo
Pertinho de Caicó ficava Timbaúba dos Batistas
Com suas festas reluzentes 
Carnaúba dos Dantas tinha Felinto Lúcio 
Com seus dobrados sacros 
Acari reservava agosto 
Para a procissão
Os vaqueiros tangiam o rebanho
Vestidos de gibões 
Acalentavam o gado
Improvisando aboio
E nos espinhos da caatinga inóspita 
Corriam 
Com valentia 
Para derrubar o touro mais bravio
Nas feiras 
As ruas eram lotadas de feirantes 
Uma senhora vendia filós com mel
Tinha vendedor de sequilhos 
Os melhores sequilhos
De todos os cafés 
Eram os sequilhos das feiras do Seridó 
Quem nasce no Seridó 
Sabe conversar
Sabe se sentar num tamborete
E passar a noite numa prosa 
Respeitando as estrelas 
Nas conversas
Sempre tinha alguém 
Debulhando feijão 
O Seridó tinha a melhor prosa da noite
Carne de sol 
Servida com farofa d’água 
Vixe!
Emídio Mucica 
Grande mágico 
Nos circos
Da capital carioca

Ele era conhecido como “Mister Fred”
Queijo com goiabada 
Na merenda 
Ave-maria!
Quem não entendia do sabor da terra
Dizia que o seridoense era barrista
Cabra besta...
Não sabia
O infeliz 
O significado do amor!
Padre Miguel me confidenciou 
Que gostaria de ser seridoense 
Pra falar da terra com orgulho 
Seridó 
Os versos de José Lucas
As canções de Sebastião Dias
Nos dez de galope 
O Seridó abraçando as pessoas
Liverpool vestido de algodão mocó
Tomar café nas cozinhas dos sítios 
Era a coisa mais deliciosa das tardes
Quero voltar
Escutar Torrão falando das moças bonitas
Dos costumes dos judeus 
Dos feirantes
Dos açudes sangrando
Da grandeza da terra 
Nas prosas do Seridó.

Escritor, poeta e colaborador do Bar de Ferreirinha

Um fiscal faminto

Ciduca Barros

Quem foi fiscal da Carteira Agrícola, do Banco do Brasil de antigamente, sabe como aquela comissão tinha os seus momentos de desconfortos. 
Em pleno sertão, no pino do meio-dia, nosso preposto chegar com fome à casa de um mutuário e não ser convidado para almoçar, era um castigo dos céus. 
Foi exatamente o que aconteceu com aquele faminto fiscal, quando visitava uma propriedade rural no Seridó Potiguar.
Empréstimos normais. 
Orçamentos cumpridos. 
Aquisições realizadas.
Havia apenas um grave problema: era uma hora da tarde e nada dele ser convidado para papar o feijão. 
Depois de uma longa caminhada pelo roçado do sítio, ele e o mutuário chegaram à casa sede e ele pediu para lavar o rosto. 
A dona da casa trouxe uma bacia com água e uma toalha limpa. 
Ele olha para a mesa e não vê nenhum prato. 
Olha para o fogão e o vê apagado. 
Desesperado, apelando para uma insinuação, perguntou à dona da casa:
– D. Maroquinha! Será que lavar o rosto em jejum ofende?

Escritor e colaborador do Bar de Ferreirinha

sábado, 28 de abril de 2018

Apoio



Vovó porreta



Agora feda



Dentadas

"EU ACHO QUE A PUTA QUE
O PARIU ESTÁ EM OBRAS,
PORQUE TODO MUNDO QUE
EU MANDEI PRA LÁ JÁ ESTÁ
DE VOLTA."
                         Caco Dentão
                  

Elas são espertas

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Entrevista

ADÉLIA PRADO

Um homem do mundo me perguntou:
o que você pensa do sexo?
Uma das maravilhas da criação eu respondi.
Ele ficou atrapalhado, porque confunde as coisas
e esperava que eu dissesse maldição,
só porque antes lhe confiara:
o destino do homem é a santidade.
A mulher que me perguntou cheia de ódio:
você raspa lá? Perguntou sorrindo,
achando que assim melhor me assassinava.
Magníficos são o cálice e a vara que ele contém,
peludo ou não.
Santo, santo, santo é o amor que vem de Deus,
não porque uso luva ou navalha.
Que pode contra ele o excremento?
Mesmo a rosa, que pode a seu favor?
Se "cobre a multidão dos pecados e é benigno,
como a morte duro, como o inferno tenaz",
descansa em teu amor, que bem estás.

Será que vai mudar?

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Dica

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Sacanagem

Uma dúvida na hora de comprar camisinhas


Toque

Pare de tentar arrumar


Corno fofoqueiro

Rage Comics | 94/199 | TaFeio.pt


Brasil velho de guerra

       EU SÓ NÃO DIGO QUE
       O BRASIL ESTÁ UM CABARÉ,
       PORQUE UM CABARÉ
       É MAIS ORGANIZADO.
                 
                                Gilson Variedades
          



Farmacêutico sacana

Piadas engraçadas e piadas curtas                              …


Dentadas

"Mandar um cara que está
enchendo o saco pra puta
que o pariu não é um insulto,
é uma boa forma de ajudar os
chatos a encontrarem seu caminho."
                      CACO DENTÃO
         

Dedo duro

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Velhinha curiosa

FazBem: Cadê? Cadê?