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terça-feira, 17 de maio de 2022

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Davi e Golias versão século XXI

                 

Ivar Hartmann

Das histórias mais lembradas da Bíblia: o guri judeu Davi, armado de bodoque (estilingue, funda) enfrenta o gigante Golias, o filisteu, até hoje sinônimo de rude, ignorante. De um bodocasso, faz o impossível: mata o gigante. Vence a guerra. Igual ao que a Ucrânia com seus drones - um bodoque moderno - está fazendo com a Rússia. O judeu da Ucrânia contra o filisteu russo fanfarrão. Contra armas ocidentais, os russos agora tem que enfrentar um exército bem armado, ao contrário dos primeiros dias, quando pareciam invencíveis. Como quando o exército judeu foi enfrentar os filisteus na planície de Elah. Os bodoques ucranianos estão a destruir navios, tanques, carros de transporte e tropas. Afora os 12 generais soviéticos já mortos. Os generais ainda vivos, já devem estar pensando em mandar Putin para a Sibéria, longe da longa mesa que gosta de ostentar em suas reuniões.

Vi pelo YouTube o grande desfile militar soviético, na Praça Vermelha, em 9 de maio. Ele começa com a bandeira russa e logo após a bandeira da foice e do martelo do Partido Comunista Russo. A mesma bandeira que é símbolo sagrado para o PCB e PC do B brasileiros. Sob a mesma bandeira desfilam na Europa, os facínoras que invadiram a Ucrânia e matam indiscriminadamente mulheres, crianças e idosos. E bombardeiam edifícios civis, hospitais e escolas, com o objetivo de arrasar o país a qualquer custo. E o PCB e o PC do B que apoiam Lula para Presidente. E Lula atribui a culpa pela guerra na Ucrânia a Putin e a Zelensky. O lobo sendo tão culpado quanto o cordeiro. Lula, apoiando as atrocidades comunistas, acha que em uma briga entre o lobo e o cordeiro os dois tem culpa. Vai ser necessário muito estômago ao eleitor para votar nele. 


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

terça-feira, 10 de maio de 2022

Metallica toca hoje em São Paulo

 

Banda retoma turnê no Brasil inicialmente prevista para abril 
de 2020 mas adiada por causa 
da pandemia de Covid-19

O show de hoje no estádio do Morumbi, com ingressos já esgotados, marca também os 30 anos do maior sucesso da banda, Nothing Else Matters, do Black Album, o mais icônico do Metallica.

A música chegou a ser regravada por mais de 90 vezes e fez até Elton John, distante do universo do metal por natureza, considerar esta uma das melhores músicas já criadas no mundo.

A banda de James Hetfield se apresentou em Porto Alegre, na quinta (5), e em Curitiba, no sábado (7), e ainda tem na agenda Belo Horizonte, na quinta (12).

Para o show no estádio do Mineirão, ainda há entradas de cadeira superior com preços que variam de R$ 140 a R$ 280, disponíveis no site da Eventim.

Os eventos fazem parte da perna sul-americana da turnê WorldWired e contam com shows de abertura da banda brasileira Ego Kill Talent e dos americanos do Greta van Fleet.

O setlist das apresentações tem variado, mas clássicos como "Seek & Destroy", "One", "Sad but True", "The Unforgiven", "Nothing Else Matters" e "Enter Sandman" estiveram presentes nos dois shows até o momento no Brasil.

Pais, avós, alfabetização

                

Ivar Hartmann

Qual a melhor idade para começar a alfabetização de nossas crianças? A televisão é boa para entreter sem ensinar. O celular, com seus joguinhos, é bom para desenvolver o raciocínio infantil. Mas o processo que inicia o desenvolvimento do ser humano, criando as condições para uma vida melhor, é a alfabetização. E a questão que se põe para pais e avós é: quando começar? Educação de qualidade na primeira infância tem impacto na vida da pessoa nas etapas seguintes da vida. James Heckman, Prêmio Nobel de Economia, diz que o investimento na primeira infância é uma estratégia eficaz para o crescimento econômico. Porque, entre o nascimento e os cinco anos de idade, o cérebro se desenvolve rapidamente e é mais maleável. É mais fácil incentivar habilidades cognitivas e de personalidade - atenção, motivação, autocontrole e sociabilidade - necessárias para o sucesso na escola, saúde, carreira e na vida.

Aos 6 anos a criança já pode ser incluída no processo sistemático de alfabetização. No entanto, o caminho para alfabetizar pode ser iniciado antes, aos 2 anos de idade. Existem escolas que começam a introduzir as letras aos 4 ou 5 anos de idade. Em todos os países desenvolvidos, a alfabetização começa no primeiro ano escolar. Em países como a Inglaterra e os EUA a idade das crianças entrarem na escola é 5 anos. Alfabetizar significa ensinar a criança a aprender as características da escrita, letras e números, e a maneira como ela é estruturada. Para os cientistas a área do cérebro responsável pela linguagem e pelo processamento da forma visual das palavras se desenvolve de maneira especial entre os 3 e 6 anos de idade. Depois disso, nesta aprendizagem, há um preço mais alto a pagar. Cinco anos então? 


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

sábado, 7 de maio de 2022

Reduzir acesso a redes sociais diminui ansiedade


Parar de usar as mídias sociais por apenas uma semana pode levar a melhorias significativas no seu bem-estar, depressão e ansiedade e poderá, no futuro, ser recomendado como uma forma de ajudar as pessoas a gerenciar sua saúde mental.

Conclusão é de um novo estudo publicado na revista Cyberpsychology, Behavior and Social Networking.

Pesquisadores da Universidade de Bath (Reino Unido) avaliaram os efeitos de uma pausa de uma semana nas redes sociais na saúde mental dos usuários. 

Para alguns participantes do estudo, isso significava liberar cerca de nove horas da semana que, de outra forma, seriam gastas olhando Instagram, Facebook, Twitter e TikTok.

Os resultados sugerem que apenas uma semana de folga nas redes sociais melhorou o nível geral de bem-estar dos indivíduos, além de reduzir os sintomas de depressão e ansiedade.

Estudo foi feito em 154 indivíduos com idades entre 18 e 72 anos, que usavam mídias sociais todos os dias, em um grupo de intervenção em que foram solicitados a parar de usar todas as mídias sociais por uma semana ou em um grupo de controle, onde poderiam continuar acompanhando normalmente. 

Os participantes relataram gastar uma média de 8 horas por semana nas mídias sociais no início do estudo. 

Uma semana depois, os participantes que foram convidados a fazer uma pausa de uma semana tiveram melhorias significativas no bem-estar, depressão e ansiedade em relação aos que continuaram a usar as mídias sociais, sugerindo um benefício em curto prazo.

Os participantes solicitados a fazer uma pausa de uma semana relataram usar as mídias sociais por uma média de 21 minutos, em comparação com uma média de sete horas para os do grupo de controle.

O pesquisador-chefe do Departamento de Saúde da Universidade de Bath, Jeff Lambert, disse que há preocupações crescentes sobre os efeitos das mídias sociais na saúde mental.

"Com este estudo, queríamos ver se simplesmente pedir às pessoas para fazer uma pausa de uma semana poderia trazer benefícios à saúde mental”.

Muitos dos participantes relataram efeitos positivos por estarem fora das redes sociais, com melhora do humor e menos ansiedade em geral. 

Isso sugere que mesmo uma pequena pausa pode ter um impacto positivo na saúde mental das pessoas. 

A equipe agora quer desenvolver o estudo para ver se fazer uma pequena pausa pode ajudar diferentes populações (por exemplo, pessoas mais jovens ou pessoas com problemas de saúde física e mental). 

A equipe também deseja acompanhar as pessoas por mais de uma semana, para ver se os benefícios duram ao longo do tempo. 

Se assim for, no futuro, eles especulam que isso poderia fazer parte do conjunto de opções clínicas usadas para ajudar a gerenciar a saúde mental.

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Adivinhanças

               

Ivar Hartmann

Pais, avós, alfabetização

Qual a melhor idade para começar a alfabetização de nossas crianças? A televisão é boa para entreter sem ensinar. O celular, com seus joguinhos, é bom para desenvolver o raciocínio infantil. Mas o processo que inicia o desenvolvimento do ser humano, criando as condições para uma vida melhor, é a alfabetização. E a questão que se põe para pais e avós é: quando começar? Educação de qualidade na primeira infância tem impacto na vida da pessoa nas etapas seguintes da vida. James Heckman, Prêmio Nobel de Economia, diz que o investimento na primeira infância é uma estratégia eficaz para o crescimento econômico. Porque, entre o nascimento e os cinco anos de idade, o cérebro se desenvolve rapidamente e é mais maleável. É mais fácil incentivar habilidades cognitivas e de personalidade - atenção, motivação, autocontrole e sociabilidade - necessárias para o sucesso na escola, saúde, carreira e na vida.

Aos 6 anos a criança já pode ser incluída no processo sistemático de alfabetização. No entanto, o caminho para alfabetizar pode ser iniciado antes, aos 2 anos de idade. Existem escolas que começam a introduzir as letras aos 4 ou 5 anos de idade. Em todos os países desenvolvidos, a alfabetização começa no primeiro ano escolar. Em países como a Inglaterra e os EUA a idade das crianças entrarem na escola é 5 anos. Alfabetizar significa ensinar a criança a aprender as características da escrita, letras e números, e a maneira como ela é estruturada. Para os cientistas a área do cérebro responsável pela linguagem e pelo processamento da forma visual das palavras se desenvolve de maneira especial entre os 3 e 6 anos de idade. Depois disso, nesta aprendizagem, há um preço mais alto a pagar. Cinco anos então? 


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

terça-feira, 26 de abril de 2022

É só um brinco

              

Ivar Hartmann

Existe um ditado: “fazendo tempestade em copo d’água”. Vezes sem conta, no dia a dia, aumentamos o valor da pouca coisa, sem poder voltar atrás no que ocorreu e nos desgastando por nada. Como no outro ditado que então não usamos: “não tem solução? Solucionado está!” Não precisamos acreditar nos signos do zodíaco, para saber que cada qual de nós, age de forma distinta a um mesmo impulso. Também que uns “digerem” mais facilmente que outros, algum revés momentâneo. Vejam como o que julgamos uma grande vicissitude se transforma em um nada, frente a um problema realmente grande. Estava em um hotel na orla de Rio Grande, quando minha mulher deu por falta de um brinco do par que ela mais usa. Tínhamos andado de bicicleta e eu voltei no trajeto sem nada encontrar. Malas prontas, descendo pelo elevador, chateada, ela falou: “É só um brinco!”

Já dirigindo, algumas sinaleiras adiante, em uma avenida larga, sem canteiro no meio, que cortava uma região de casas humildes, o trânsito parou. Aos poucos os carros puseram-se em lento movimento e quando cheguei ao ponto onde paravam, duas senhoras de meia idade atravessavam vagarosamente a rua, sem faixa de segurança. Pensei: que imprudência em lugar tão inadequado e cheio de carros. E uma ajudava a outra no lento atravessar. Então vi: a outra tinha uma prótese mecânica, do joelho para baixo. O valor do brinco se desvaneceu em nada. Nada de nada, conforme comentamos. E ao lado da pena, ao lado de saber que a cada ano será mais difícil a vida daquela senhora, que a prótese ajuda, mas não resolve, ficou a evidência do dia a dia de nossas vidas. Quando qualquer probleminha transformamos em dragão. Exatamente por não termos o problemão da mulher que atravessava a rua. 


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

terça-feira, 5 de abril de 2022

Olhando para o lado

             

Ivar Hartmann

Conto bem como foi. Parei no sinal fechado aguardando o verde. Tinha um carro vermelho estacionado no cordão da calçada e me chamou a atenção. Era uma Ferrari. Sim, destas Ferrari que são o sonho de consumo de ao menos cinco entre dez homens. Bem que eu gostaria de ter o prazer de dirigir uma. Lá estava ela. Vermelha com suas linhas diferentes e que tanto barulho faz na F-1, que assistimos. E depois, voltando os olhos para a frente e para o sinal ainda fechado, fiquei matutando que era um carro lindo que eu jamais dirigiria, a não ser locando na Europa e, ainda assim, uma extravagância acima do meu bolso. Sinal ainda fechado olhei para a esquerda para ver o carro ao meu lado. Era uma camionete Fiat que já viveu melhores dias. Meio suja, velha, carregando uns sacos de cimento e uma betoneira atrás. Na frente dois homens vestidos como operários de obra.

Do céu ao inferno terreno em um instante. Eu no meu carro, que longe de ser uma Ferrari, não era o Fiat, de certo do século passado. Neste instante, neste pequeno intervalo do semáforo, neste cruzamento de uma avenida movimentada, correram os extremos. O do carro de luxo que não posso ter e o do carro velho que não preciso ter. E assim é, ao final, nossa vida. Não alcançamos tudo que queríamos, mas, certamente, na maioria dos casos, mais do que esperávamos. Saúde, família, estudo, amizades, conforto. Tanta coisa a agradecer a Deus ou ao destino. Ao trabalho ou ao acaso. Tanto ainda possível de fazer, mas tanto já feito. Esperanças que nascem e morrem e dão lugar a novas esperanças. Nossa vida. No seu dia a dia. Se lembrarmos dos desvalidos, dos cadeirantes, dos doentes, dos mortos estupidamente, quão felizes somos com o que temos. É só valorizarmos. 


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

terça-feira, 29 de março de 2022

Incrível, porém verdadeiro

            

Ivar Hartmann

Quando eu era piá, no centro de Porto Alegre, no tempo em que existiam poucas farmácias, o sabonete Eucalol era um sucesso. Embalado de três em três em papelão, traziam como brinde, também três cartões ilustrados de 6 x 9. Estampas coloridas com variadas séries, como geografia, história, escotismo, etc. Uma delas chamava-se: “Incrível, porém verdadeiro”. Um amigo, que anda muito por São João do Polêsine, município de predominância da origem italiana, perto de Santa Maria, onde o empresário Roberto Argenta construiu um complexo universitário e termal, alavancando a economia da região, contou uma história que só com a filmagem que acompanhou, para acreditar. Algo impensável no nosso Brasil.

Lá um pequeno negócio: uma fábrica de queijo artesanal, com uma loja na beira da estrada. Aberta, na maioria das vezes não tem ninguém para atender. Funciona sem ninguém para cobrar. O produto, em vários tamanhos, já está pesado e com o preço impresso. Você escolhe, passa em uma mesa na saída onde tem uma pequena caixa e um moedeiro, paga, faz seu troco e pronto. Se quiser pagar com cartão de crédito tem instruções de como fazer. Ou pagar com pix. É o paraíso dos crentes. Se vai dar certo é uma incógnita. Então o dono deve ter avaliado sua proposta. Vamos convir que em um país, onde os supremos mandatários dos três poderes, são os primeiros a dar um mau exemplo para a população, é uma aposta temerária. O motorista desconhecido que mora sabe Deus onde, chega, compra e paga se for honesto ou, como ladrão vocacional que é, vai embora sem pagar, impune com a compra. O proprietário da queijaria é antes de tudo um aventureiro otimista. Daqueles que brincam com tigres e jacarés nas séries de TV. 


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

terça-feira, 22 de março de 2022

A guerra atômica

           

Ivar Hartmann

A imprensa, para vender jornal, ou algum especialista, para criar pânico e virar notícia, alardeia uma eventual guerra atômica, face as ameaças de Putin. Uma guerra atômica por causa da Ucrânia é tão improvável quanto minha cadela castrada e que vive presa no pátio, aparecer com cria. Dos assustadores 17 milhões de quilômetros quadrados de área da Rússia, mais da metade pertence a Sibéria, conhecida pelo clima inóspito. Da população de 144 milhões de habitantes, Moscou tem 12 e São Petersburgo 5 milhões, mais de 10 por cento da população. No centro da Rússia, três cidades e arredores, Kemerovo, Khantia-Mansia e Ecaterimburgo abrigam os maiores parques industriais do país. Esta última é o local onde o czar Nicolau, a mulher e 5 filhos, quatro moças e uma criança, foram massacrados pelos comunistas em 1918. Isso para dizer que na Rússia tudo é perto do Ocidente, onde estão as grandes cidades e os grandes parques industriais. 

A Rússia tem 4.650 ogivas nucleares. Do outro lado, eventuais adversários, os EUA tem 2.400, França 300, Inglaterra 225, Israel 400 e a Índia 110. Somando 3.435 armas nucleares. Opine o leitor: há dúvidas do que aconteceria se elas fossem lançadas? Este volume de armas divididos por estes países é que faz da guerra atômica uma impossibilidade. Outra, é que a Rússia seria a primeira a desaparecer como grande nação, pois seus alvos são concentrados e, os dos demais países, espalhados. A Rússia é muitíssimo vulnerável a um ataque atômico. Sem contar que os russos tecnicamente, são inferiores aos ocidentais. Mais armas não significam melhores armas. Putin, bandido inteligente, sabe. Resta aos ucranianos a guerra de guerrilha que certamente vai expulsar os invasores, mesmo demorando.  


Promotor de Justiça aposentado

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segunda-feira, 21 de março de 2022

Bibica articula acordo entre Rússia e Ucrânia e já é cotado para o próximo Prêmio Nobel da Paz


Empresário brasileiro Bibica Di Barreira está no Leste Europeu e informa direto de Varsóvia que, sim, é possível um acordo de cessar-fogo entre Rússia X Ucrânia

O empresário caicoense Bibica Di Barreira - que se prontificou espontaneamente a intermediar um cessar-fogo na guerra Rússia X Ucrânia - disse ontem com exclusividade ao Bar de Ferreirinha que os dois lados conseguiram avançar nas negociações para conter a invasão.

"Claro que não é fácil chegar a um acordo quando há uma guerra em curso, quando civis estão sendo mortos, mas posso assegurar que há avanços", disse ele, que viajou ao leste europeu semana passada.

Observadores internacionais já especulam a possibilidade de o brasileiro ser indicado para o próximo Prêmio Nobel da Paz.

Conciliador, Di Barreira não aderiu ao embargo comercial contra a Rússia, e os produtos da RYFFS Corporation (conglomerado de entretenimento virtual que ele criou e preside) continuam sendo vendidos principalmente em Moscou, onde a população é alucinada por jogo do bicho e rifas. 

Já os carrinhos do picolé caseiro Caicó permanecem sem circular na Praça Vermelha, o que tem provocado protestos: os russos estão putões com o presidente Putin. 

Bibica visitou a Rússia e a Ucrânia viajando por conta própria no jatinho do conglomerado RYFFS, e foi recebido por ministros dos dois países, mas não quis dar detalhes das conversas, afirmando apenas que desempenhou um papel de mediador. 

"Chegou a hora dos líderes locais voltarem a conversar e restaurar a civilidade entre os dois países vizinhos. Estamos trabalhando noite e dia pela paz", disse o empresário caicoense em entrevista exclusiva ao Bar de Ferreirinha.

terça-feira, 15 de março de 2022

Ocidente X Oriente

          

Ivar Hartmann

Vamos ver a guerra da Ucrânia sob outro ângulo, lembrando o tamanho da Rússia e da Ucrânia. A primeira com 17 milhões de km quadrados e 143 milhões de habitantes. A segunda com 603 mil km quadrados, pouco mais do que dois Rio Grande do Sul, e 43 milhões de habitantes, limita com a Rússia. Ou o Brasil, com 8 milhões de km quadrados e 212 milhões de habitantes e a Venezuela com 900 mil km2 e 32 milhões de habitantes e que limita com o Brasil. Os menores em área e população limitam com dois gigantes. Nos dois casos, enquanto a Ucrânia livrou-se da Rússia e busca o mundo ocidental, a Venezuela, em atrito com os americanos, tem se transformado em um parceiro russo. Ucrânia e Venezuela passam então a ser um perigo para a Rússia e o Brasil?

Como o russo resolveu invadir a Ucrânia pelo mau exemplo que dá para outros países limítrofes, é justo que o Brasil invada a Venezuela pelo mau exemplo que dá para a Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Uruguai. A população russa não concorda com a guerra dos militares russos. A brasileira concordaria com a guerra dos militares brasileiros? Mas, imaginaram a Argentina com armas nucleares russas apontadas para Brasília ou Rio de Janeiro? E o Uruguai com armas apontadas para São Paulo?  Este raciocínio é o dos russos. Enquanto sua guerra insana mata mulheres e crianças ucranianas, os homens armam-se e se defendem causando mortes entre os invasores que replicam destruindo prédios civis. A aviação brasileira bombardeando prédios civis em Caracas e matando mulheres e crianças. Qual brasileiro, por maluco que fosse, concordaria com esta agressão? Os russos e Putin têm um passado de agressões, não revidadas pelo Ocidente. Criaram um novo Hitler. Ocidente condescendente.  


Promotor de Justiça aposentado

ivar4hartmann@gmail.com

segunda-feira, 14 de março de 2022

PBF deve lançar candidato da 4ª via


Empresário Bibica Di Barreira, de Caicó, admite pela primeira vez a possibilidade de disputar novamente a Presidência da República como a 4ª via

Novidade na pré-campanha à Presidência da República: o CEO da RYFFS Corporation e Presidente de Honra do Partido do Bar de Ferreirinha, empresário Bibica Di Barreira, deve anunciar a sua pré-candidatura à Presidência da República até o fim de março.

O próprio presidenciável tem feito consultas a filiados e lideranças pebefistas, e vem recebendo palavras de estímulo para entrar na disputa eleitoral de outubro próximo.

"A tal 3ª via tem se mostrado um fiasco até agora. Vamos propor uma 4ª via para dar ao país a possibilidade de eleger alguém que não seja o atual ou o ex-presidente. O Brasil não aguenta mais esta polarização", disse Di Barreira durante reunião da Executiva Nacional do PBF.

Atentado - Ele, aparentemente, já superou o trauma da última campanha presidencial de 2018, quando sofreu um atentado durante uma caminhada no bairro Boa Passagem em Caicó.

Na ocasião, uma pessoa não identificada jogou um balde d'água no presidenciável, provocando um susto enorme nele e nos simpatizantes.

Ecologista militante, Di Barreira só toma banho uma vez por ano, durante a Festa de Sant'Ana, para preservar os mananciais d'água que abastecem Caicó.

Apesar de a Polícia Federal ter examinado exaustivamente as imagens de celular, até hoje não foi identificado o responsável pela tentativa de banho contra Di Barreira.



terça-feira, 8 de março de 2022

Ideia do deputado: matar Putin

         

Ivar Hartmann

Putin é ditador da Rússia, com outros nomes mais democráticos, desde o ano 1999. Foi agente e chefe da KGB, o serviço secreto russo, conhecido por não respeitar os cidadãos russos, muito menos os de outras nacionalidades. São 23 anos de governo do ex-chefe da KGB, entre outras coisas notáveis pelos assassinatos de opositores políticos, até na Inglaterra. Este, Litvinenko, escreveu dois livros, em que acusou os serviços secretos russos de encenar os atentados a bomba contra apartamentos russos e outros atos terroristas, como as crises de reféns da escola de Beslan e do teatro de Dubrovka, em um esforço para levar Vladimir Putin ao poder. Ele também acusou Putin de ordenar o assassinato, em outubro de 2006, da jornalista russa Anna Politkovskaya. Foi morto por agentes russos em Londres com radiações de polônio. Eis o perfil do ditador sanguinário que invadiu a Ucrânia e está matando mulheres e crianças, em bombardeios indiscriminados, destruindo o país e provando que tem o respaldo dos militares russos.

Um deputado americano propôs que o matassem, igual ao que fez com seus adversários russos e na Chechênia e Afeganistão. O embaixador russo no país funcionário de Putin, exige que o governo americano repudie a fala. Mas como o governo, por mais abobado que seja o presidente Biden, vai repudiar uma fala de um deputado? Este que assuma. E, imagino, a estas alturas já com milhares de apoios. Putin e o embaixador estão no mesmo pé de ameaças. Como Hitler, dobrou países antes da Segunda Guerra mediante ameaças. Que só cessarão com a eliminação do comunista Putin proposto pelo deputado americano. Ou a destruição da Ucrânia. Ou uma guerra envolvendo toda Europa. Vamos votar. Como vota o leitor?

Promotor de Justiça aposentado

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Brava gente brasileira

        

Ivar Hartmann

D. Pedro I, ainda em 1822, depois de proclamar a Independência, compôs o Hino da Independência, um hino guerreiro, cujo estribilho começa assim. É bonito e forte. Varonil como dizem os versos. Deve ter feito versos lindos para a Domitila este Pedro...  Pedro I era casado com uma princesa austríaca, Leopoldina. Depois abdicou e alguns anos depois seu filho, Pedro II, assumiu o Império e casou com uma princesa italiana, Teresa Cristina. Uma e outra foram fundamentais para o progresso do novel Império e para a Região Sul do Brasil em especial. A primeira, patrocinando a vinda de colonos alemães em 1824 e a segunda a dos colono italianos em 1875. Não há como falar do desenvolvimento e riqueza do Brasil, sem falar deles. Imigrantes pobres que cruzaram o oceano, com 50 anos de intervalo, mas em busca do mesmo pão para si e seus familiares e que ajudariam a construir uma nação.

A luta dos colonizadores italianos foi mais dura. Os portugueses tinham ocupado as terras baixas dos rios gaúchos. Tocou aos alemães as terras médias e aos italianos subir as serras cobertas de matas. Seu primeiro acampamento tinha o nome de Campos dos Bugres (índios). Gente dura e operosa, marido e mulher trabalhando juntos, derrubaram a mata onde foi possível, plantaram, colheram, criaram famílias. Produziram para vender. Abriram pequenos e necessários negócios nas regiões de difícil acesso. As colônias e linhas mudaram de nome e ficaram conhecidas mundialmente pela excelência de seus produtos industrializados, nem passados 100 anos da sua chegada. Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi, para citar poucos nomes, trazem o germe da luta e do suor dos primeiros italianos que aqui chegaram. Brava gente brasileira.


Promotor de Justiça aposentado

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