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domingo, 18 de outubro de 2020

Estamos conversados!

Acondicionamento

O personagem da semana

 

Messias especula o tamanho da pomba que a PF atolou no Senador Chico 

Alvo de mandado de busca e apreensão por suspeita de desvio de dinheiro, o senador Chico Rodrigues, de Roraima, foi o personagem da semana.

A Polícia Federal encontrou dinheiro escondido entre suas nádegas, cerca de R$ 15 mil, e mais 17 mil espalhados pela cueca.

É o que se pode chamar de evolução de método para esconder dinheiro: antes era apenas na cueca, agora, pra disfarçar melhor, o senador Chico enfiou o dinheiro no próprio boga.

Esta metodologia genuinamente brasileira (sem trocadilho, por favor!) foi usada em julho de 2005 por José Adalberto Vieira, então assessor do deputado federal José Guimarães (PT-CE), irmão do presidente do PT à época, José Genoíno.

Ele foi preso no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com US$ 100 mil escondidos na cueca, e mais R$ 209 mil numa maleta de mão, tentando embarcar para Fortaleza. 

Para ajudar os apoiadores do Presidente Messias a enfrentar o novo escândalo, segue uma lista de desculpas para o fato de o dinheiro ter sido encontrado onde o sol não brilha: 

- O governo colocou o dinheiro no Centrão.

- Não é possível provar nada porque as imagens ficaram borradas.

- Com a desvalorização do real e a falta de papel higiênico, é mais barato usar dinheiro.

- O dinheiro era de rachadinha.

- Ele aplicou em um fundo.

- Ao contrário do que diz Paulo Guedes, o Real foi para o buraco.

- É um tratamento para Covid-19 que substitui o ozônio no reto.

- Jair tentou dar uma freada na corrupção. 

- Peido de Chico Rodrigues pode distribuir renda 

- IBAMA investiga se configura zoofilia enfiar garoupas e lobos-guará no fedorento. 

- Era só um dinheiro sujo, nada de mais.

- Depois do lobo-guará, animal da cédula de R$ 500 será pacu.

- Queiroz se recusou a fazer depósito de Chico Rodrigues. 

- General Rêgo Barros nega envolvimento com o caso. 

- Senador Chico Rodrigues investia em buttcoin.

- Senador Chico nega que dinheiro era de empresa pública: era da privada.

- Dinheiro no cu do Senador explica frase do Messias em reunião ministerial: "Eles querem a nossa hemorroida".

Com informações d'O Sensacionalista

Velhos costumes do meu sertão


O livro “Velhos costumes do meu sertão”, escrito por Juvenal Lamartine de Faria, é uma referência para todos que gostam dos temas relacionados à vida sertaneja do passado. Dentre outros assuntos, Juvenal menciona um velho costume de assistência aos católicos chamado “desobriga”. Em síntese, era a visita dos vigários a recantos mais distantes da sede da freguesia.

Como escreveu o próprio Juvenal: “era um dia de festa para aqueles mundos. Além de batizar os pagãos e casar os noivos e amancebados – assistia a todos, do sinhô ao escravo, não só no confessionário, como de conselhos e ensinamentos vários que, mais das vezes, envolviam dúvidas do espírito, do corpo e do trabalho. (...) Alguns exerciam por tão longos anos o seu nobre mister de pastor da mesma freguesia, que passavam a ser conhecidos por todos, indistintamente, ricos e pobres, homens e mulheres, brancos e pretos, pela denominação de padrinho-padre. Assim aconteceu com o padre Tomaz Araújo que exerceu, durante meio século, as funções de vigário na freguesia do Acari.”

Um outro dos nomes do clero antigo, lembrado também no texto já mencionado, é o sacerdote Francisco de Brito Guerra que muito visitou recantos da freguesia de Sant’Ana quando, em alguns lugares da região, somente uma única vez por ano – quando muito - se avistava um padre. Sobre Brito Guerra, Olivia Morais de Medeiros Neta apresentou, no XXV Simpósio Nacional de História – Fortaleza, 2009, um pouco sobre este grande nome do Seridó antigo: “nasceu aos dezoito dias do mês de abril de 1777, na Fazenda Jatobá, Povoação de Campo Grande, pertencente a Freguesia da Vila Nova da Princesa (atual cidade de Assu-RN). Filho de Manoel da Anunciação de Lira e de Ana Filgueira de Jesus, Francisco de Brito Guerra inicia-se na escolarização das primeiras letras com o Padre Luis Pimenta de Santana na Vila Nova da Princesa. Aos 12 anos muda-se com sua família para a Província de Pernambuco. Lá aprende latim com o professor Manoel Antônio. (MELQUÍADES, 1987). E, em 1801, recebeu ordens sacras no Seminário de Olinda, vindo a assumir a Freguesia da Gloriosa Senhora Santa Ana do Seridó, da Vila do Príncipe em 1802”.

Francisco de Brito Guerra faleceu em 1844 e, conforme arremata a Doutora Olívia, já citada, “seu nome com grafias religiosas, políticas e educacionais na história e na memória da Vila do Príncipe, mas essa escrita não se encontra fechada nesses limites, pois foi atuando como vigário colado da Freguesia da Gloriosa senhora Santa Ana do Seridó, como Visitador Apostólico do Rio Grande do Norte e da Paraíba, como deputado provincial e imperial, como senador do Império e professor de latim.” 

Líderes como Francisco de Brito Guerra e Tomaz Pereira de Araújo, dentre outros, ajudaram a construir os alicerces culturais do povo seridoense, não apenas pela contribuição à formação religiosa, mas também educacional.

A população rural diminuiu consideravelmente nas últimas décadas. O Seridó de hoje é majoritariamente urbano. Existem estradas e a locomoção é, relativamente, fácil para a grande maioria das pessoas. Aliás, muitas das quais que, oriundos da zona rural, participam dos cultos religiosos e eventos sociais semanalmente nas cidades. Contudo, são novos e gigantes os desafios para os atuais líderes religiosos. Enfim, “desobrigas” em outros formatos e em outro sertão.

Fernando Antonio Bezerra é escritor, advogado e colaborador do Bar de Ferreirinha.

Reunião de turma


Um grupo de colegas, todos na faixa de 50 anos de idade, discutia para escolher o restaurante onde iriam fazer uma confraternização pelo reencontro.

Finalmente, decidiram pela churrascaria Cabana porque, as garçonetes usavam minissaia e eram muito animadas.

Dez anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo se reuniu novamente e mais uma vez discutiu a escolha do restaurante.

Decidiram pela churrascaria Cabana porque a comida era muito boa e havia uma excelente carta de vinhos. 

Dez anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e de novo fizeram um debate para escolher o restaurante.  

Optaram pela churrascaria Cabana porque lá havia uma rampa, banheiro adaptado e até  um pequeno elevador... 

Dez anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo se reuniu novamente e, eis a questão:

- Vamos pra qual restaurante? 

Finalmente, em votação, decidiram pela churrascaria Cabana.

Todos gostaram da ideia porque achavam que nunca tinham ido lá...

sábado, 17 de outubro de 2020

Não precisa

 




O motivo

 




Hemisférios

Simone Barbariz

No Sul, arde o calor,
Que vai subindo por todo meu corpo,
Que vai me consumindo,
Deixando-me insana...

No Norte, há frio, há neve,
Que gela minha alma,
Que me faz tremer,
Mas não me faz chorar...

O Sul é meu sexo
Úmido e quente
Como uma floresta tropical...

O Norte é meu coração
O qual fiz uma fortaleza
Transponível, somente, por você.

BAR DE FERREIRINHA






Coitado do gato

 





Preguiça

 





O jogo da galinha

 




Perguntinha







sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Agora feda

 







O parto

 O marido e a mulher foram ao hospital para terem um bebê. Chegando lá, o médico disse que tinha inventado uma máquina que dividiria as dores do parto com o pai da criança. Perguntando se eles queriam experimentar o novo invento, de pronto obteve aceitação do casal. O médico regulou a máquina para transferir somente 10% da dor para o pai, dizendo que seria o bastante, porque sendo um homem, não poderia suportar mais do que isso. A mulher começou o trabalho de parto e o marido estava se sentindo muito bem. Assim resolveram aumentar a taxa da dor para 20%. O marido continuava bem. O médico intrigado mediu a pressão conferiu o coração e tudo estava normal. Assim, resolveu ir aos 50%. Depois de um tempo, o bebê estava quase nascendo, e como o marido continuava bem, resolveram transferir a dor do parto 100% para o marido e proporcionar à mulher um parto sem dor. A mulher teve o bebê sem dor. Ela e o marido estavam sentindo-se muito bem. Ao chegarem em casa, encontraram o carteiro morto na varanda!



Assunto

 




Homem

 





quarta-feira, 14 de outubro de 2020